Etiqueta: Dave McKean

Postal de Dave McKean

Dave McKean

Autor

Dave McKean

Local e Data

Kent, circa 1993

País

Reino Unido

Descrição

200x150mm, cores, offset

Código Bedeteca

N/A

Cota Bedeteca

N/A

Origem

Colecção José Rui

Ver Também

Dave McKean na Bedeteca
Dave McKean (oficial)

Direitos de Autor

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O futuro aos quadradinhos no Festival de BD da Amadora

Certame abre com Tecnologia e Ficção-científica como tema; pela primeira vez originais de Tex são expostos fora de Itália; Liberatore, Pat Mills, Kevin O’Neill, Dave McKean entre os convidados deste fim-de-semana

Começa hoje o 19º Festival Internacional de banda desenhada da Amadora, que vai decorrer até 9 de Novembro, no Fórum Luís de Camões, na Brandoa.
É lá que está patente o núcleo principal do festival, “Tecnologia e Ficção-científica”, que apresenta a evolução gráfica e temática da própria BD através da forma como tem abordado este tema, revisitando visões clássicas e modernas de desenhadores, argumentistas e revistas, através da obra de Alex Raymond, Christin e Meziéres, Esteban Maroto, Leo, Oesterheld, Breccia, Jodorowsky, Juan Gimenez, Janjetov, Moebius, Druillet, Pat Mills ou Kevin O’Neil. Uma panorâmica do tema na BD portuguesa (de Jayme Cortez, Fernando Bento e Vitor Péon, a Fernando Relvas, Vitor Mesquita e Luís Louro), uma colecção de objectos relacionados com a saga Star Wars e uma mostra colectiva de BD chinesa, são outras faces da forma como a 9ª arte tem mostrado o futuro (nalguns casos já presente ou mesmo passado) aos quadradinhos.
Fora desta temática, a par das exposições dedicadas aos Prémios Nacionais de BD 2007 (entre as quais “Tratado de Umbografia”, de Luís Henriques e José Carlos Fernandes, “Alguns meses em Amélie”, de Jean-Claude Denis, “Merci Patron”, de Rui Lacas, e “A trágica comédia ou cómica tragédia de Mr. Punch”, de Neil Gaiman e Dave McKean), destaque para duas exposições: “60 anos de Tex”, que apresenta pela primeira vez fora de Itália pranchas originais do famoso ranger dos fumetti (BD italiana), assinadas por Fabio Civitelli, autor da história colorida que assinalou a efeméride, Giovanni Ticci, Alfonso Font, Ernesto Garcia Seijas ou Marco Bianchini, e a retrospectiva de Liberatore, que visita o FIBDA este fim-de-semana, que ilustra o seu percurso do punk-futurista Ranxerox, a Lucy, uma mulher pré-histórica tratada com um soberbo desenho ultra-realista.
Para sessões de autógrafos e conversas, sábado e domingo o FIBDA acolherá igualmente Pat Mills, Kevin O’Neill, Dave McKean, Esteban Maroto, Li Hong, João Mascarenhas, José Carlos Fernandes ou Luís Henriques, merecendo destaque o lançamento de“Histórias do Lápis Mágico” (Viarco), de Rui Sousa, e “Camões, De vós não conhecido nem sonhado” (Plátano), de Jorge Miguel, bem como os workshops com Tara McPherson (autora de capas para Depeche Mode e Duran Duran) e de Construções em Papel Star Wars.


Escrito Por

F. Cleto e Pina

Publicação

Jornal de Notícias

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Dave McKean e Gipi no IV Festival de Banda Desenhada de Beja

Quadradinhos invadem a cidade até 25 de Maio; Evento privilegia produção nacional; Mais de uma dezena de projectos editoriais portugueses em destaque

Começa hoje e prolonga-se até 25 de Maio o IV Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, que mantém o seu carácter apelativo e estimulante, graças aos três vectores em que alicerça a sua programação: a produção nacional, os intercâmbios com a vizinha Espanha, em especial com a Galiza, e o convite a autores de créditos reconhecidos, embora à margem do mainstream.
É o caso, este ano, de Dave McKean, um veterano dos quadradinhos, que se destacou pelo seu experimentalismo, por exemplo nas capas da série “Sandman”, à base de fotografia e colagens, e do italiano Gipi, com um livro editado em português (“O local”, Vitamina BD) que aposta em relatos mais intimistas e autobiográficos, de grande sensibilidade.
Este ano, mais uma vez, os quadradinhos vão invadir o centro histórico de Beja, com 16 exposições distribuídas pela Casa da Cultura (o núcleo principal), Biblioteca José Saramago, Conservatório Regional do Baixo Alentejo, Museu Jorge Vieira – Casa das Artes, Museu Regional e Pousada de S. Francisco. No total, são cerca de meio milhar de pranchas de 80 autores de vários continentes, num imenso convite à descoberta de estilos, temáticas, tendências e géneros.
Às exposições monográficas dos autores citados juntam-se as do francês Franz Duchazeau e do alemão Martin Tom Dieck, mas o grande destaque do Festival de Beja continua a ser feito em português, com mostras de Filipe Andrade e Filipe Pina, João Lemos, Nuno Saraiva, Pedro Leitão, Diniz Conefrey, Susa Monteiro, Osvaldo Medina e PepeDelRey, Teresa Câmara Pestana ou a mostra colectiva do atelier Toupeira, que cria BD em Beja ao longo de todo o ano. Colectivas são também as mostras “10 anos de BD galega” e “Jovens autores da América”.
Do programa diversificado, que vai da gastronomia à cultura japonesa, das sessões de autógrafos a um Quiz BD, dos workshops ao cinema, em tempo de crise, o destaque vai para a apresentação e/ou lançamento de mais de uma dezena de projectos editoriais independentes, mostrando o carinho que o festival dedica à edição, bem expressa nas edições próprias: “Venham +5” #5, com mais de 200 páginas e 50 autores, e “A Carga”, de Susa Monteiro.


Escrito Por

F. Cleto e Pina

Publicação

Jornal de Notícias

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